Declaração de asseguração da Forum for the Future

2015 foi um ano marcante para o desenvolvimento sustentável. Após o lançamento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em setembro de 2015, nós vimos o acordo universal e juridicamente vinculativo de Paris que limitou o aquecimento global à 1,5°C. O mundo agora tem uma visão clara e compartilhada de um futuro que pode acabar com a pobreza, reduzir a desigualdade e prevenir os efeitos nrgativos do aumento da temperatura global. E são as empresas que podem ajudar a tornar este futuro uma realidade. Nunca houve um momento melhor para as empresas serem ousadas e ambiciosas com relação à sustentabilidade.

Ser ousada e ambiciosa com relação à sustentabilidade exige da empresa um olhar muito além dos limites do seu negócio, e exige que a empresa se esforce para mudar o sistema em que opera, para assim ajudar a resolver os desafios complexos da sustentabilidade e criar novos caminhos para a geração de valor. Para a C&A, isto significa tentar mudar o sistema global da indústria de vestuário em prol de uma base mais sustentável. Este relatório conta a história de uma empresa que leva a sério a resolução dos desafios complexos no setor de vestuário.
 
O algodão é um destes desafios. O algodão sustentável ainda não virou moda, entretanto os desafios da sustentabilidade enfrentados pelo algodão refletem toda a amplitude dos ODSs. Não só a C&A é a maior consumidora mundial de algodão orgânico, assim se tornando um modelo a ser seguido, mas a empresa tem várias parcerias para acelerar os volumes de algodão sustentável sendo fornecidos para o mercado, bem como meios de vida sustentáveis ​​seguras para os produtores de algodão. Parcerias como a ZDHC (Descarte Zero de Produtos Químicos Perigosos) também fazem parte da jornada da empresa para ajudar a resolver a complexa questão de produtos químicos na fabricação. A C&A entende perfeitamente que questões relacionadas ao algodão e aos produtos químicos são grandes demais para ela enfrentar sozinha.
 
A C&A também entende a importância de facilitadores como a transparência na aceleração do ritmo da mudança no setor de vestuário. Ao publicar os nomes e os endereços de seus fornecedores, a empresa está dando os primeiros passos em direção a um maior compartilhamento de informações e a uma maior compreensão da rede de fornecimento e seus problemas. Também é encorajador ver a mesma abordagem de transparência sendo aplicada no relatório da própria C&A com relação ao seu progresso, que comemora o sucesso em algumas áreas, mas demonstra honestidade no que diz respeito às áreas que não foram tão bem-sucedidas.
 
Talvez o facilitador final da transição para um setor de vestuário mais sustentável seja o modelo de negócio vigente, que atualmente alimenta a fast-fashion. Por isso é tão importante que empresas pioneiras como C&A estejam dispostas a tentar novas formas de geração de receita. Através da reciclagem de roupas e explorando sua função numa economia circular, a C&A está se preparando para ser bem-sucedida em um futuro que pode ser significativamente diferente da nossa realidade atual.   
 
O tamanho do desafio lançado pelos ODSs significa que não há espaço para complacência. Ao se envolver com o setor e com o sistema em torno dele, a C&A está fazendo um bom progresso em áreas críticas e está ajudando a garantir um futuro sustentável para o setor global de vestuário. As chances de sucesso são também muito maiores pela sua relação com a C&A Foundation. Ao contrário de muitas empresas, nas quais a fundação associada tem um objetivo muito diferente, muitas vezes relacionado a uma estratégia tática, a C&A Foundation e o negócio C&A têm os mesmos objetivos, e estão começando a explorar as sinergias de maneiras que podem gerar mudanças transformadoras e
 
Sally Uren, CEO, Forum for the Future

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